Quem sou
Sou a Mónica. Sou a que escreve com o coração e a que vive numa nuvem amarela. Fui jornalista cerca de 20 anos. Trabalhei na revista "Caras" e no jornal "24horas". Escrevi para a "Volta ao Mundo", "Grande Reportagem", "Expresso", "Revista", "i", "Sol", "Tabu", "Visão", "P2", ... Fiz produção de conteúdos para vários programas da RTP, entre eles "5 para a meia-noite" e "Há volta". Agora sou formadora, professora, mentora, escritora e criadora de conteúdos escritos.
Passo os dias rodeada de palavras. Pode encontrar-me numa sala de aula, ligada ao Zoom, num café barulhento, numa biblioteca ou ficar dias sem saber de mim. Tanto estou conectada com o mundo em formações ou mentorias, como me desligo deste planeta para estar sossegada a escrever ou a pensar no que tenho de escrever.
Não escrevo rápido. Não me sento à frente do computador sem ter a primeira frase toda na cabeça. Não gosto de palavras difíceis.
Gosto de analogias. Gosto de misturar humor, drama e sarcasmo. Gosto de fazer vários trabalhos ao mesmo tempo e de refilar porque estou a fazer vários trabalhos ao mesmo tempo.

"Mónica, mulher, mãe. São estes três “emes” que me acompanham todos os dias. Nenhum vive sem o outro."
Um pouco mais sobre mim
O que faço, afinal?
Dou formação de Escrita Criativa e Storytelling, a empresas e a particulares, dou aulas de Storytelling, dou mentorias de Produção de Conteúdos para LinkedIn, de Primeiros Passos para Publicar um Livro, de Storytelling e de Escrita Criativa. Trabalho com adultos e crianças. O importante é que queiram escrever. Escrevo os meus livros, escrevo livros de empresas, escrevo biografias e continuo a ser ghostwriter. Escrevo conteúdos para sites, para brochuras, para newsletters e revistas. Escrevo tudo o que precisa de ser contado. Já escrevi textos para exposições de fotografia, pedidos de namoro, receitas culinárias e histórias de amor para serem lidas no dia do casamento.
Como fui parar à escrita?
Por ser tão tímida, não gostava de falar, logo, escrevia. Na altura de escolher um curso na Universidade, decidi ser jornalista, o mais perto que encontrava do meu sonho de criança: ser escritora, ouvir e contar histórias.
O que é isso de escrever com o coração?
É deixar as palavras saírem para o papel sem se pensar muito. É escrever sem editar. É ser-se vulnerável. É deixar-se levar, usufruir do processo e, só no fim, editar e rever.
Se não quiser escrever um livro, pode fazer os meus cursos?
Claro que sim. A maior parte das pessoas que me procura tanto para mentorias como para formações, não quer escrever um livro. Quer ativar a criatividade, quer melhorar a forma de se expressar, quer aprender mais sobre escrita, quer escrever a sua história e, claro, às vezes também quer escrever um livro.
Há algo que não faço?
Não sei nada sobre SEO e coisas assim. Não sou copywriter. Não sou professora de Português.
Como pode trabalhar comigo?
Podemos trabalhar juntos se quiser aprender e/ou melhorar a escrita, seja para as suas redes sociais, seja para comunicar melhor no trabalho, seja para fazer propostas mais impactantes, seja para se divertir; se sentir que está com níveis baixos de criatividade e precisa ativá-los; se precisar de ajuda para escrever a sua história ou a da sua empresa; se precisar de conteúdos escritos. Primeiro, conversamos, depois alinhamos a melhor estratégia para trabalharmos juntos. Ao seu lado, terá uma profissional apaixonada por palavras, que chora e ri com a mesma intensidade, que gosta mais de ouvir do que de falar.
Por que o meu logótipo é uma nuvem amarela?
Queria algo que simbolizasse a minha cabeça sempre a ter ideias, sempre um bocadinho no ar. O meu pai, que foi quem desenhou o logótipo, achou que uma nuvem era o que melhor me caracterizava. E amarela porque é a cor da alegria e da criatividade, um pouco daquilo que eu sou.
Qual é a minha palavra favorita?
Curiosidade. São todos os “porquês” que lançamos ao mundo, que nos dão as pistas, as respostas, os novos caminhos. É a curiosidade que nos leva mais longe.
Que curiosidades podem dar um bom início de conversa comigo?
Gosto de cozinhar e gosto de comer. Sou alérgica a atum e fico agoniada só de pensar num prato de frango à fricassé. Adoro comida indiana, chinesa e italiana. Sou doida por camarão, seja ele cozinhado de que forma for (menos à fricassé, claro!). Sou gulosa. Completamente apaixonada por ovos moles. Não sei andar de sapatos de salto alto. Sou apaixonada por ténis e meias coloridas. Amo viajar, mas detesto desfazer malas. Já fui a alguns países que me marcaram bastante - Moçambique, Timor-Leste, Brasil, Marrocos, Islândia, Escócia – e quero muito ir ao Quénia. Tenho quatro tatuagens. A que está no braço direito diz: "In the end we'll all become stories".
Que livro recomendo sempre?
“A sombra do vento”, de Carlos Ruiz Zafón.
Tenho manias de escrita?
Normalmente, escrevo descalça e tiro sempre todos os anéis.
O que faço quando não estou a escrever?
Ando cada vez mais apaixonada por Lego.
Oiço música enquanto escrevo?
Música de meditação indiana. Uma específica. Viajo completamente.
Conversas
Entrevistas e participações nos media